A8SE Icone

Sergipe

Déda faz mini reforma no seu secretariado

Segundo o governador, os ajustes servem para melhorar ainda mais o funcionamento da máquina estatal.Ele disse, ainda, que modificações no segundo e terceiro escalões do governo serão executadas ao longo do mês de janeiro.

O governador de Sergipe Marcelo Déda anunciou no final da tarde de hoje (29) uma mini-reforma no seu secretariado. “Em time que está ganhando se mexe para que ele continue fazendo gols. É importante renovar, criar novos espaços”, disse o governador, ao ser questionado sobre os motivos que o levaram, por exemplo, a tirar Nilson Lima, da Secretaria da Fazenda.

Governo Marcelo Déda (M.Dantas-ASN)

Para a vaga de Nilson, que estava no cargo desde o início da gestão, vai João Andrade, que atualmente preside o Banco do Estado de Sergipe (Banese).O atual diretor administrativo da Superintendência do Nordeste (Sudene), volta ao Estado para cuidar do Banese. “Saumíneo já foi superintendente do Banco do Nordeste em Sergipe e de Alagoas. É um técnico altamente gabaritado”, afirmou Déda.

Déda também anunciou a saída do secretário de Esporte e Lazer, Leó Filho. Ele será substituído pelo atual secretário-adjunto da Comunicação, publicitário e consultor político, Maurício Pimentel.Para a infra-estrutura vai o engenheiro Valmor Barbosa. A vaga era ocupada pelo também engenheiro Osvaldo Nascimento, que passa a presidir a Companhia Hídrica de Sergipe (Cohidro).

A Secretaria do Emprego e Trabalho, até agora ocupada pelo ex-deputado estadual e ex-prefeito de Propriá, Renato Brandão, será comandada pelo engenheiro agrônomo e advogado, José Macêdo Sobral, que antes respondia pelo Projeto Nordeste (Pronese). O órgão, agora, passa a ser gerenciado pelo engenheiro civil, Carlos Hermínio Aguiar.

Déda avisou que todos os que permanecem e os que estão chegando sabem que o cargo é uma indicação do governador."Portanto, quando entendermos que há necessidade, faremos as mudanças necessárias”, avisou, acrescentando que a orientação é que todos estabeleçam a unidade dentro do governo. “É preciso que haja uma identidade plena de todos com o governo”, afirmou.