Professores ameaçam não iniciar o ano letivo
Os professores da rede municipal poderão não iniciar o ano letivo, programado para começar dia 9 de fevereiro deste ano. A categoria reivindica a implantação do piso,que já é lei federal, mas que ainda gera grande polêmica dentro do plano de carreira do magistrado aracajuano.Também constam da pauta de reivindicações, a regularização dos funcionários, correção de perdas salariais, reajuste e piso, além de assistência que inclua aposentados e dependentes sem ônus de inclusão para o usuário.
A pauta será apresentada por representantes do Sindicato dos Profissionais em Educação do Município de Aracaju (Sindipema) e discutida com o prefeito, Edvaldo Nogueira no próximo dia 22 no Edvaldo Nogueira, já confirmada para o próximo dia 22, no Centro Administrativo Aloísio Campus.
"A depender do resultado dessa reunião então a categoria vai decidir se começa ou não o ano letivo", afirma a presidente da entidade sindical, a professora Maria Elba Rosa. O piso que era R$ 692 passa de acordo com a lei para R$ 950. A grande polêmica concentra-se no fato de que o município de Aracaju só aceita pagar o novo piso aos que recebem menos que R$ 900. Neste caso, os professores concursados e que já tem outros benefícios previstos pelo Plano de Carreira não teriam direito ao ajuste salarial em sua plenitude.
Pela proposta da Secretaria municipal da Educação, os professores que hoje recebem abaixo de R$ 900 terão um aumento real de 30% no salário. Já os demais que percebem acima desse valor, o reajuste varia de 5% a 6%. "Por essa lógica cerca de 80% dos professores não teriam direito ao aumento pleno Essa situação não é aceita", afirma a presidente do Sindipema.
