Xexéu diz que “Gustinho” não se conforma por ter perdido
A polêmica gerada em torno da eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de Lagarto é, segundo o vereador Wilson Fraga, conhecido como Xexéu, "choro de perdedor". O processo, disse, foi conduzido de forma legal.
O presidente reeleito da Câmara Municipal de Lagarto, Wilson Fraga de Almeida, o Xexéu (PSDB) disse ontem ter estranhado a informação de que o candidato derrotado no processo, Luiz Augusto Ribeiro Júnior, o “Gustinho” (PV) tenha impetrado ação para anular o pleito. “Até às 16h45 de hoje (ontem) não tem uma ação protocolada sobre esse assunto”, disse Xexéu. “Isso é choro de perdedor. Ele não se conforma com o fato de não ter sido eleito”, afirmou.
Xexéu disse que todo o trâmite legal e regimental foi respeitado. Ele ressaltou que “Gustinho”, chegou a registrar chapa como candidato, tendo como vice Jocelmo Simões (PSC), e como primeiro secretário o vereador Carlos Oliveira (PT). “Quando viu que ia perder, ele retirou a candidatura, atendendo conselho do pai, ‘Pupinha’ (Luiz Augusto Ribeiro, auditor do Tribunal de Contas do Estado) e de Cabo Zé (o ex-prefeito José Raymundo Ribeiro). Os dois, por sinal, tumultuaram tudo”, revelou o presidente.
Ele contou ainda que seis vereadores assinaram a ata convocando a eleição - Wilson Fraga, Bruno Vieira (PSDB), Euzébio de Jesus(DEM), José fraga Neto (PSDB), José Carreia de Carvalho (DEM) e Carlos Anjos (PT). Disse também que, na hora da votação os vereadores que compuseram a chapa de Pupinha se retiraram, mas quando foi anunciado o resultado, todos voltaram ao Plenário da Câmara e assinaram a ata do processo. “Não houve ilegalidade nenhuma. O que existe é o fato de ele estar inconformado por não ter tido habilidade para conquistar os votos dos colegas”, afirmou.
