No início da tarde desta terça-feira (7), Gildeane Taislane Santos esteve na Corregedoria e Ouvidoria da Polícia Militar para oficializar a denúncia da abordagem truculenta da equipe, durante a realização do Pré-Caju 2023, na Orla de Atalaia.

Ela foi abordada após ser confundida por outra pessoa procurada pela polícia, através da ferramenta de reconhecimento facial empregada pela Secretaria da Segurança (SSP), e com o apoio da Guarda Municipal de Aracaju

Em entrevista cedida a TV Atalaia, Taislane Santos relatou a sua indignação e explicou os dois momentos em que foi abordada por equipes policiais.

"Foram duas abordagens, a primeira foi realizada de forma correta, pediram minha documentação e perguntaram o meu nome. Eles pediram para eu me afastar da população e verificaram todos os dados que eu estava fornecendo. Foi constatado que eu não se tratava da pessoa que estavam procurando", relata a vítima.

E complementa. "Já na segunda foi totalmente diferente, os policiais já me abordaram com ignorância, colocando minhas mão para trás e apertando na frente de todo mundo. Eu fui tratada com volância, pegaram meu celular, jogaram meu copo no chão e me levaram para dentro do camburão. Foi uma humilhação", desabafa.