O resultado da autópsia do corpo da turista brasileira Juliana Marins, apontou que a morte aconteceu em decorrência de hemorragia, provocada por traumas causados por fraturas ósseas e danos nos órgãos internos. Segundo os legistas, as contusões ocorreram horas antes do resgate do corpo, e que a morte levou 20 minutos para ocorrer depois do início da hemorragia.

A hipótese da morte por hipotermia foi descartada, já que não foram encontrados sinais de lesões teciduais nos dedos, a autópsia ainda incluirá exames toxicológicos e os resultados deverão sair em duas semanas.

No último sábado, 21 de junho, Juliana Marins sofreu um grave acidente enquanto fazia trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia. A brasileira caiu na cratera do vulcão e, apesar de ter resistido por cerca de três a quatro dias, foi encontrada sem vida pelas equipes de resgate.

O pai de Juliana Marins, na noite da última quinta-feira (26), ainda estava em Lombok esperando pelo atestado de óbito para trazer o corpo de volta.

O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), publicou nesta sexta-feira (27), através do Diário Oficial da União, o decreto que permitirá que o translado do corpo Juliana Marins possa ser pago pelo governo brasileiro.