Bebê chinesa nasce com irmão gêmeo 'parasita' no crânio
Feto não se desenvolveu completamente e ficou alojado no crânio da criança
Redação Portal A8SE e R7
Uma bebê chinesa de um ano, que lutava contra atrasos no desenvolvimento, passou por uma cirurgia para remover um suposto tumor em sua cabeça. Para surpresa dos médicos, a massa era, na verdade, seu irmão gêmeo que não se desenvolveu completamente e ficou alojado no crânio da criança. Esse caso raro, conhecido como "fetus in fetu" ou gêmeo parasita, foi divulgado nesta sexta-feira (28) pelo R7.
A menina, que não apresentava nenhum atraso no desenvolvimento até o nascimento, começou a ter dificuldades para aprender a andar, sentar e falar. Além disso, sua cabeça era um pouco maior do que o esperado para crianças da sua idade. Preocupados, os pais da bebê procuraram ajuda médica e uma tomografia computadorizada revelou um suposto tumor no crânio da criança.
A equipe médica decidiu realizar uma cirurgia para remover o tumor e, durante o procedimento, os cirurgiões descobriram que a massa era, na verdade, um feto encapsulado. O irmão gêmeo da menina não se desenvolveu completamente no útero da mãe e ficou preso no crânio da irmã.
O caso da bebê chinesa é extremamente raro. Estima-se que apenas 200 casos de "fetus in fetu" tenham sido documentados na literatura médica. A condição geralmente é diagnosticada na infância ou adolescência, quando os sintomas começam a se manifestar.
Ainda, na região ao redor da cápsula, também foram descobertos vários tumores. Toda a massa comprimia o cérebro da bebê, o que causou um quadro de hipertensão craniana. Apesar dos esforços médicos, a criança ficou inconsciente após o procedimento, teve convulsões e faleceu 12 dias depois.
