Projeto exibe Que Estranho Chamar-Se Federico e Inch Allah em Aracaju
Na semana do falecimento do idealizador do Cine Cult, o projeto que leva às salas de cinema filmes que dificilmente entrariam na grade de programação exibe Que Estranho Chamar-Se Federico e Inch Allah em Aracaju.
Paulista de 47 anos, Roberto Nunes faleceu em Natal, Rio Grande do Norte, vítima de uma hemorragia digestiva. Segundo informações, ele era hipertenso e diabético e veio a óbito na madrugada do dia 15, terça-feira, Hospital Walfredo Gurgel.
Idealizado por Roberto, o Cine Cult começou suas atividades no Shopping Riomar, nas salas que na época eram administradas pela Moviecom e o nome de “Cine Video Educação”. Quando a administração do complexo foi assumida pela Rede Cinemark, Nunes levou o projeto que foi aprovado e hoje é exibido em salas de todo o país.
Em Aracaju, os cinemas dos dois shoppings da cidade exibem os filmes Que Estranho Chamar-se Frederico e Inch Allah. O documentário retrata a vida de Frederico Fellini enquanto o drama conta a história de uma médica canadense na Cisjordânia.
Confira as duas sinopse abaixo e a programação na página de cinema do A8se.com
Que Estranho Chamar-se Federico
Ettore Scola retrata a vida e obra de Federico Fellini. No vigésimo aniversário da morte de Fellini, o filme é uma das homenagens do festival de Veneza para o grande mestre italiano de cinema. Com imagens de arquivo e uma retrospectiva desde a estreia do cineasta em 1939, como jovem designer, até seu quinto Oscar em 1993, o filme é feito de fragmentos, impressões e momentos reconstruídos através da imagem.
Inch Allah
Chloe (Evelyne Brochu) é uma médica canadense que vive na Cisjordânia. Ela divide seu tempo entre Ramallah, na Palestina - onde trabalha -, e Jerusalém, em Israel - onde mora -, ao lado de sua amiga, Ava (Sivan Levy), uma soldada islaelense. Diariamente, ela passa pelo ponto de fronteira entre as duas cidades para visitar o campo de refugiados palestinos, onde monitora mulheres grávidas. Com uma de suas pacientes, Rand (Sabrina Ouazani), ela aprende sobre a vida nos territórios ocupados, e fica cada vez mais dividida entre os dois lados do conflito, colocando sua simpatia e lealdade à prova. Enquanto isso, Palestinos e Israelenses fazem Chloe reavaliar seus próprios valores.
