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Brasil

Atleta sergipana garante vaga em campeonato internacional de Pole Dance

O resultado da dedicação gerou reconhecimento, Fernanda garantiu o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de Pole Dance.

Atleta desde os seis de anos de idade, a sergipana Fernanda Rocha, de 23 anos, se aventurou na Ginástica Rítmica, na dança do ventre e no balé até chegar ao Pole Dance, esporte que se apaixonou e fez com que até largasse a faculdade de arquitetura para se dedicar aos treinos e dar aulas da modalidade. 

O resultado da dedicação gerou reconhecimento, Fernanda garantiu o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de Pole Dance, o que carimbou a vaga no Campeonato Sul-Americano que acontece este ano, no mês de novembro, na Colômbia. “Ser a primeira sergipana a participar de uma competição internacional da modalidade é motivo de muito orgulho para mim”, contou.

Como começou

Há dois anos, Fernanda decidiu participar de uma oficina de circo em Aracaju, as aulas fizeram com que aguçasse a curiosidade sobre o Pole Dance. “Procurando vídeos de técnicas circenses encontrei um que me chamou atenção, ainda cheguei a procurar se existia na cidade aulas de Pole, mas não encontrei”.  Depois de perceber que faltava a modalidade na capital, Fernanda decidiu ir até outro estado se especializar. “Fui até São Paulo fazer um curso intensivo que durou um mês, por ter histórico de outros esportes, não foi difícil para mim”, contou.

Depois da especialização e de muita pesquisa na internet, Fernanda começou a dar aulas de Pole Dance. “Encontrei um pouco de resistência no início, porque muita gente liga a modalidade a sedução, mas procurei aperfeiçoar os treinos voltados sempre para o esporte”, lembrou. Depois de um ano e meio dando aulas de Pole Dance, a jovem já acumula quase trinta alunos nas aulas realizas duas vezes na semana. 

“Ainda existe a dúvida e até o preconceito, mas muita gente resolveu aderir e treinar esse esporte que trabalha toda a musculatura do corporal.”, ressaltou.

Apoio ao esporte

Apesar dos bons resultados em competições, a atleta reclama da falta de incentivo. “Não tenho nenhum tipo de apoio ou incentivo isso prejudica o crescimento da modalidade no Estado”, frisou Fernanda.