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Brasil

“Famílias me culpam”, diz professora que abriu porta para atirador de Realengo

Acusações, ameaças e mágoas marcam a vida da professora Leila D`Angelo, que abriu a porta da primeira sala atacada pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira há um ano, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio. Em 7 de abril do ano passado, o ex-aluno entrou na unidade, matou 12 crianças e feriu outras 12.

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