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Brasil

Diário de um passageiro – De Recife a Aracaju, os altos preços dos lanches

Anos atrás, eu tinha a impressão de que os serviços de alimentação nos aeroportos eram caros porque os passageiros tinham poder aquisitivo. Tradicionalmente, só encontrávamos as classes A e B voando. De duas décadas para cá, a demanda cresceu, novas companhias voam, as passagens baratearam - creio que podem mais - e cidadãos das classes C e D, merecidamente, descobriram as vantagens da aviação comercial. No entanto, os serviços encareceram. E os terminais, sabemos, ficaram pequenos. Não houve investimentos para ampliação.

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