A8SE Icone

Sergipe

Quadrilha comandada por detento é presa e 28 quilos de droga apreendidos

Cerca de 28 quilos de maconha foram apreendidos pelo Batalhão de Choque no conjunto padre Pedro, bairro Santa Maria (Divulgação/Batalhão de Choque)

Uma quadrilha de traficantes que vinha sendo comandada por um detento conhecido como ‘Cariba`, que está preso no Complexo Penitenciário ‘Carvalho Neto`, no município de São Cristóvão, foi desarticulada no dia de ontem (20). Uma denúncia anônima levou uma equipe de Batalhão de Choque a fazer campana no conjunto Padre Pedro, no bairro Santa Maria. No local, a polícia apreendeu pouco mais de 21 quilos de maconha e pedras de crack.

Na casa, a polícia prendeu em flagrante, Rosilene Cruz. Ao perceber a presença da polícia, ela tentou escapar, mas terminou sendo cercada e presa. Ela confessou à polícia que o imóvel foi alugado por R$ 800 e que servia como esconderijo para guardar a droga. Rosilene é companheira de ‘Cariba` e responsável pelos ‘negócios` do detento do lado de fora da prisão.

]Com a prisão de Rosilene, a polícia chegou a mais três outros integrantes da quadrilha: o traficante identificado por Márcio que foi preso com três quilos de maconha e ainda ao casal ‘Tito` e ‘Stéphane` que estava com mais cinco quilos de maconha no Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro.

Equipe do Batalhão de Choque fez o falgrante após receber denúncia anônima (Divulgação/Batalhão de Choque)

Em depoimento à polícia, Rosilene revelou que a droga vinha do estado da Bahia e que era entregue no Terminal Rodoviário ‘José Rollemberg Leite`. "O detento Cariba é que mantinha todo o contato pelo celular. De dentro do presídio ele comandava toda a operação. Antes da chegada da droga, Cariba passava todas as informações para a companheira Rosilene. Momentos antes da entrega, o preso mantinha contato com o traficante responsável pelo transporte da maconha. Não havia contato pessoal algum. Toda a transação era feita por telefone celular", disse o inspetor do batalhão de Choque, Tenente J. Lima.

A droga era deixada em determinado ponto do Terminal Rodoviário. Por telefone, Rosilene era comunicada onde a mercadoria estava. "Ela pegava a droga e daí em diante ficava responsável pela distribuição entre os traficantes", explica tenente J. Lima ao ressaltar que Rosilene não tem ficha criminal, mas que já foi flagrada ao tentar entregar um aparelho celular para o companheiro na prisão.

A droga apreendida ontem (19) na casa do conjunto padre estava camuflada em sacos plásticos e escondida em baldes, embaixo das camas e no telhado da casa.