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Brasil

Saúde alerta sobre compra de brinquedos de Natal

É preciso ficar de olho nos selos de qualidade do brinquedo, peças inadequadas representam perigo

Lojas de brinquedo são pontos de parada quase obrigatório para pais com filhos pequenos e que escrevem cartinhas para o Papai Noel. Mas, ao ir às compras, pode ser difícil se lembrar de que o conteúdo do embrulho embaixo da árvore de Natal talvez prejudique a saúde das crianças.

É preciso ficar de olho nos padrões e selos de qualidade do brinquedo. Peças inadequadas representam perigo aos menores. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo não tem estimativa do número de acidentes envolvendo crianças e brinquedos. Mas preparou algumas indicações gerais para guiar os consumidores.

Entre as dicas, está a de prestar atenção a ruídos excessivos, que podem causar danos à audição. Outra sugestão é evitar brinquedos com formas e cheiros que imitem alimentos. As crianças, explica a secretaria, tendem a engolir as peças. Também é preciso prestar atenção a partes cortantes ou pontiagudas, que podem resultar em ferimentos.


Embalagens que trazem balões e cordas, por exemplo, devem ser reconsideradas, pelo risco de sufocamento que podem representar. A recomendação é sempre comprar o brinquedo de acordo com a faixa etária da criança. Geralmente, os fabricantes especificam no rótulo a melhor indicação para cada produto. Há ainda a dica de observar o prazo de validade das peças para garantir seu pleno funcionamento.

A pasta é taxativa com relação a brinquedos que têm substâncias tóxicas ou de fácil combustão: não os compre em "hipótese alguma". E pede para evitar outros que podem resultar em choques, como um trem elétrico, por exemplo.

Outra recomendação básica é checar se a caixa vem com o selo de segurança fornecido pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). Indicação de faixa etária e instruções em português são algumas das determinações exigidas para a venda de brinquedos em todo o Brasil.

Fonte: R7